sábado, 18 de agosto de 2007

Oficina Sons para Descobrir: idéias para o ensino de flauta doce

Flauta pra descobrir, Doce de soprar, Flauta de brincar. Doce pra ouvir, Flauta pra desmontar Pra sonhar e sorrir. É um desafio, Quer experimentar? Visando uma exploração criativa da flauta doce, o objetivo desta oficina é a construção de possibilidades pedagógicas para o ensino coletivo da flauta soprano. Através de reflexões e atividades práticas, procura-se ampliar o repertório para o trabalho com alunos iniciantes, através de uma coletânea de composições e arranjos originais para flauta doce que focalizam a experimentação sonora e composição musical. O material didático apresentado procura aproximar a criança de diferentes formas de execução e escrita para flauta doce, propondo a interpretação de partituras gráficas e a exploração de algumas técnicas expandidas da flauta doce. Orientação: Viviane Beineke .: Observações:. A oficina é direcionada a educadores musicais que atuam na rede escolar, professores de musicalização e instrumento. Não é necessário tocar flauta doce para participar da oficina. Os participantes devem usar roupas confortáveis no curso, que permitam sentar-se no chão. Data: 26 de agosto de 2007 (domingo) Local: Teca Oficina de Música Rua Capote Valente 423, Pinheiros – São Paulo Fone: (11) 3064.2853 | 3083.2294 E-mail: teca@tecaoficinademusica.com.br Horário: 10h às 16 horas (com intervalo para almoço) Investimento: R$ 90,00 Vagas limitadas.

6 comentários:

AP disse...

Que pena ser tão longe!
Adoraria ir... Sei que a Viviane esteve há pouco tempo em Portugal, mas foi numa altura de avaliações escolares e foi-me impossível a deslocação. Para quando o regresso?

Viviane disse...

Esperamos que em breve, com o lançamento dos trabalhos pela Foco Musical! Podes escrever para lengalalenga@lengalalenga.com.br e te envio um e-mail avisando das atividades em Portugal.

AP disse...

Assim farei. Obrigada

Mariana Manse disse...

Fiz a oficina dia 26/08, e foi muito legal. Trabalho com grupos de 10 a 20 crianças com flauta, com idades entre 6 e 7 anos. Todas as crianças adoraram as novas técnicas apresentadas, e a sonoridade dos grupos melhorou muito.
Obrigada Viviane!

Anônimo disse...

Puxa QUE Puxa viu , sinto muito mais nos não gostei do curso do lenga la lenga, foi um dinheiro perdido, pois se soubesse teriamos só possuido o livro, porem teria aprendido mais, uma pena, só assim a gente fica esperta "aprende com o erro".... nessa não caimos mais rsrsr, pois curso assim é muito facil aplicarrrr , só conta história de folcloreeee, envez de ensinar o "jogos do copos"..........

Viviane disse...

Você tem razão, realmente o livro é suficiente para quem deseja apenas aprender a reproduzir os jogos de copos que eu e meu grupo de alunos criamos. Felizmente, com a publicação do trabalho foi possível disponibilizar a qualquer interessado os jogos, inclusive com apoio de um CD de áudio, vídeos e CD-ROM. A maior parte do trabalho, inclusive, já está disponível para download na Internet há muito tempo, gratuitamente, no longo processo de gestação do nosso trabalho.

O curso é um espaço de reflexão sobre o trabalho que estamos desenvolvendo e não um treinamento para ensinar a reproduzir o trabalho que me dediquei para criar. Penso que o curso é um momento em que podemos socializar, com as pessoas que admiram e respeitam nosso trabalho, os fundamentos musicais e educacionais que permitiram a sua criação. Compreendendo mais profundamente as possibilidades que o trabalho oferece e os seus fundamentos, cada um poderá criar e recriar o seu próprio material, seus próprios jogos de copos, a partir do que fizemos. É esta maneira de trabalhar que permitiu que meus alunos se tornassem, ao invés de meros executores, co-autores do trabalho! E isso depende também de falar e pensar sobre muitas coisas, como jogo, brincadeira, concepção de infância, cultura popular, criatividade e até “folclore”!

Se isso não foi compreendido no curso, é lamentável, porque o livro também não vai dar conta de resolver o seu problema. É uma pena que as reflexões feitas no curso não tenham sido suficientes para promover essa compreensão maior de educação musical, ou mesmo, para discutir o que é ou não é fácil de “aplicar”. No meu caso, realmente não pretendo me limitar a “aplicar” e “treinar” nem mesmo o material que eu mesma criei com tanto carinho, que está sendo constantemente reinventado, a cada dia, fruto de muito estudo, reflexão, conversa e práticas educacionais!

Obs.: Este comentário e o anterior se referem ao curso "Jogos de mãos e copos".